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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Noticias tornados no Brasil

A ocorrência de tornados no Brasil é mais frequente do que se pensava. Entre 1990 e 2011 foram registrados ao menos 205 desses fenômenos meteorológicos em território nacional, número que coloca o país entre aqueles que mais anotam eventos do tipo no mundo. São Paulo foi o Estado mais atingido pelos episódios nesse período, seguido pelo Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Os dados estão revelados na tese de doutoramento do geógrafo Daniel Henrique Candido, defendida recentemente no Instituto de Geociências (IG) da Unicamp, sob a orientação da professora Lucí Hidalgo Nunes. Em seu trabalho, o pesquisador desenvolveu, com base nas informações reunidas, um modelo que confirma a existência de um padrão espacial e temporal desses acontecimentos em solo brasileiro. Ele também criou uma escala para medição dos danos causados pelos tornados, compatível com as estruturas existentes no Brasil.
O levantamento realizado por Daniel se baseou em uma série de fontes, entre elas pesquisas científicas, relatos, fotos, vídeos e notícias de jornais. “Ou seja, foram considerados somente os tornados efetivamente registrados. É possível que outros tenham ocorrido no período, mas que não foram vistos ou não causaram danos significativos, o que pode ter feito com que fossem confundidos, por exemplo, com uma simples ventania”, observa o geógrafo. Com base nos dados obtidos, o pesquisador empregou uma técnica de interpolação com o auxílio de ferramentas de geoprocessamento para promover a distribuição dos episódios pelo território nacional. Ao proceder dessa forma, ele identificou a existência de um padrão espacial e temporal para a ocorrência dos fenômenos.
Segundo Daniel, o resultado foi surpreendente. “Inicialmente, nós imaginávamos que Santa Catarina ou Rio Grande do Sul seriam os estados onde a incidência de tornados é mais frequente, devido às suas condições atmosféricas e de relevo. Entretanto, descobrimos que o líder nesse ranking é São Paulo”, diz. Baseado no mapeamento, o pesquisador estabeleceu um modelo do risco anual de ocorrência de tornados no país, cuja escala vai de abaixo de 1% a acima de 25%. Em São Paulo, as cidades de Campinas, Indaiatuba e Itu, além da faixa litorânea, apresentam maior possibilidade de registrar novos tornados.
Não por acaso, lembra a professora Lucí, os três municípios paulistas têm histórico relacionado a ocorrências de fortes tornados.  O que atingiu Itu, em 30 se setembro de 1991, por exemplo, é apontado como um dos mais violentos já registrados no país. Na ocasião, o fenômeno causou 15 mortes e destruiu casas, plantações e torres de transmissão de energia. “Até a ocorrência desse tornado, a ciência não considerava que esse tipo de episódio pudesse ocorrer no Brasil. Foi a partir dele que foram iniciadas as pesquisas sobre o assunto”, informa Daniel.
Em 28 de novembro de 1995, um episódio foi registrado entre Paulínia e Jaguariúna. Dez anos depois, em maio de 2005, foi a vez de Indaiatuba ser atingida por um tornado. Fábricas, prédios municipais e pelo menos 400 casas foram destruídos por ventos que atingiram cerca de 250 km/h. A prefeitura da cidade foi obrigada a declarar estado de calamidade pública por causa da devastação deixada pelo temporal. O fenômeno foi filmado por uma das câmeras de uma concessionária de rodovia, o que fez com que as imagens virassem hit no YouTube.
No Rio Grande do Sul, conforme o modelo proposto pelo autor da tese, as áreas mais suscetíveis à ocorrência de tornados são a faixa litorânea e as imediações do lago Guaíba, com probabilidade em torno dos 25% ao ano. Em Santa Catarina, as regiões mais propensas à formação do fenômeno estão localizadas também no litoral e no extremo sul do Estado, mais ou menos nos mesmos patamares. Daniel esclarece que o modelo levou em conta somente os estados localizados na porção meridional do território brasileiro, por estes disporem de maior número de informações, maior concentração de eventos e reunir condições atmosféricas e de relevo que concorrem para o surgimento dos fenômenos. “Não consideramos os estados das regiões Norte e Nordeste no estudo justamente porque eles não reúnem essas características”, esclarece o autor da tese.

Além de estabelecer um padrão espacial e temporal e de desenvolver um modelo de risco para a ocorrência de tornados no Brasil, Daniel também criou uma tabela para a medição de ventos, voltada às características do país. O pesquisador explica que existem outras escalas do gênero, como a Fujita, muito utilizada em todo o mundo, que em termos práticos vai de 0 a 5. A intensidade dos ventos é estimada com base nos estragos que eles causam. “Esta escala é eficiente, mas ela leva em conta as estruturas e construções presentes nos Estados Unidos. Assim, ela determina que os ventos de um tornado alcançaram dada intensidade se destruíram, por exemplo, trailers. Ora, aqui no Brasil nós não temos parques de trailers como lá. Aqui, temos favelas e barracos, que apresentam uma vulnerabilidade diferente”, esclarece.
O mesmo ocorre, conforme o geógrafo, com uma escala europeia denominada Torro, que vai de 0 a 11. “A Europa também tem construções diferentes das nossas. Lá, são levadas em conta casas de pedras que sofrem danos por causa dos tornados. Aqui, esse tipo de edificação é raro. Por isso, nós resolvemos criar uma ferramenta voltada às especificidades brasileiras, que batizamos de Escala Brasileira de Ventos (Ebrav). Ela vai de 0 a 7. O primeiro estágio (zero) da escala equivale a ventos de até 50 km/h, intensidade que não apresenta potencial de danos. O último (sete) classifica ventos acima de 260 km/h, capazes de provocar destruição generalizada de instalações urbanas”, detalha Daniel. A escala proposta pode ser utilizada na avaliação de qualquer ocorrência relacionada a ação de ventos, independente de ter se tratado ou não de um tornado.
De acordo com a professora Lucí, o trabalho realizado pelo seu orientado se reveste de duas importâncias fundamentais. Primeiro, traz novos dados acerca da ocorrência de tornados no país, o que contribui para que a ciência nacional conheça mais sobre esses fenômenos. Segundo, os dados podem servir para ajudar na tomada de decisão tanto no que toca à formulação de políticas públicas quanto no estabelecimento de planos de contingência voltados à preservação de vidas humanas. “Sabendo, por exemplo, que uma determinada área é mais suscetível à ocorrência de tornados, os planos diretores dos municípios podem determinar que tipos de ocupação e de construção são mais recomendáveis para o local. Essa informação ainda não é levada em conta no país, mas seria desejável que fosse, pois agora sabemos que existe um padrão espacial e temporal para a ocorrência desse fenômeno”, pondera.
A docente do IG lembra, ainda, que uma atitude importante em relação aos tornados é avisar a população para que ela deixe a área em vias de ser atingida. Aqui, porém, ela faz uma observação preocupante. De acordo com ela, esses fenômenos são diferentes dos furacões, que têm duração prolongada e que percorrem extensas áreas do planeta. “Isso faz com que as pessoas possam ser informadas e orientadas a se proteger até com um ou dois dias de antecedência. Em relação aos tornados, que duram poucos minutos e percorrem alguns poucos quilômetros, esse alerta normalmente é dado com até 30 minutos de antecedência. Portanto, é preciso que a ação seja rápida e eficiente. Outro fator complicador em relação aos alertas é a carência de radares do tipo Doppler no país, os únicos capazes de identificar os tornados. Sem eles, ficamos à mercê da natureza e limitados em relação à adoção de medidas que podem salvar vidas”, lamenta.
Tanto a população quanto veículos de comunicação e até mesmo instituições que não atuam na área das ciências atmosféricas costumam cometer equívocos em relação os tornados. De acordo com Daniel, tanto os tornados quanto ciclones, furações e tufões apresentam ventos rotacionais. A diferença entre eles está basicamente na escala. Enquanto o primeiro tem atuação mais restrita, os demais podem apresentar raios de milhares de quilômetros. Para a formação do tornado, detalha o pesquisador, é preciso que haja uma nuvem específica [cumulonimbus], de origem convectiva vinculada ao aquecimento do solo. Quando essa nuvem fica muito desenvolvida, começa a ocorrer grande turbulência no seu interior. Há, portanto, uma movimentação mais intensa do ar.
Como essa nuvem atinge altitudes de até 20 km, onde a temperatura alcança 80 graus negativos, há um resfriamento da sua parte superior. “Esse resfriamento irregular pode aumentar a convecção, possibilitando a formação de núcleos de baixa pressão dentro da nuvem. Nessas condições, o ar pode começar a girar em torno desse núcleo de baixa pressão, formando o funil que desce até o solo. Vale destacar que o tornado só pode ser classificado como tal se tocar o solo. Normalmente, os ventos atingem até 250 km/h, mas os ventos gerados por tornados mais intensos podem superar 300 km/h. Trata-se de um fenômeno que concentra grande energia em pouco tempo e que afeta uma área reduzida. As trombas d’água são fenômenos parecidos, que ocorrem, como o nome sugere, sobre corpos d’água, como represas ou oceanos”, define.


Noticias dia Nacional dos Castelos portugal

Dia Nacional dos Castelos

Núcleo de Radioamadores da Armada a convite daAssociação Portuguesa dos Amigos dos Castelosorganiza no próximo sábado, 5 de Outubro, umconjunto de activações de vários castelos, fortes e fortalezas. A actividade decorrerá nas faixas de HF entre as 08:00 UTC e as 20:00 UTC.

Divulgação:
Dia Nacional dos Castelos

Conceituado Colega!
Obrigado por ter vindo até aqui.

Saiba que o NRA a convite da APAC tem em curso um plano de activação de vários castelos, fortes e fortalezas que neste momento se soma num já num total de 14 fortificações distribuídas do Minho ao Algarve, Açores e Madeira.

Para isso contámos com a extraordinária colaboração dos membros do Núcleo nos locais de cada uma das fortificações a activar. A este conjunto de activações chamámos, um pouco em ar de graça, “Operação Calhau”.

Toda a operação é efectuada sob tutela do NRA, e cada uma das estações tem como responsável local um Station Leader que é necessariamente um membro do Núcleo. Excepção feita para a Madeira onde o NRA não tem sócios. Todavia a Direcção convidou um colega CT3 - Ricardo Martins ,CT3KN - para assumir, em nome do Núcleo, a função de Station Leader que pronta e entusiáticamente aceitou o convite. Desta forma o NRA assegura a cobertura de todo o território continental e insular.

Esta conjunto de activações terá lugar no Sábado dia 5 de Outubro no período compreendido ente as 0800H e as 2000H UTC em HF nas bandas e modos que cada um puder operar, dando-se particular ênfase às frequências recomendadas para as actividades nos castelos.

Face à implementação do plano acima exposto, em nome da Direcção do NRA, convidamos consócios e colegas em geral a darem a sua participação neste grande evento nacional, tentando contactar todas as estações. Essa será não só uma forma de contribuir para a elevação do radioamadorismo português, como um enaltecedor contributo ao assinalar do Dia Nacional dos Castelos e consequentemente na divulgação do nosso riquíssimo património histórico e cultural fortificado.

Lembramos que haverá um Diploma atribuído conjuntamente pelo NRA e APAC para a estação que contacte todos castelos activados pelo NRA no próximo dia 5 de Outubro.

Não perca a oportunidade.

Vamos celebrar os nossos castelos! Essas magníficas entidades históricas, de pedra edificadas, que permanecem na memória colectiva dos povos e no imaginário das crianças

Vamos fazer rádio.

O NRA e a APAC contam convosco. 

YAESU FT 920\50MHZ

Rogeletryc Radio transmissores

Novos e usados 


HF + 50 MHz ALL TRANSCEIVER MODO
Os engenheiros da Yaesu se dedicaram para a melhoria da relação sinal-ruído na concepção do FT-920 Desde que se recuperou de áudio é o aspecto mais importante em ambas as extremidades do circuito de comunicação, o FT-920 é particularmente otimizado para redução de ruído, ampla faixa dinâmica consistente com excelente sensibilidade, áudio sob medida para o próprio padrão de voz operadores e facilidade de operação. O resultado é um design transceptor eficiente sem um ponto em sua faixa de preço.

High-Tech Receiver Front End
Receptor front end do FT-920, angepasst do FT-1000D e legados FT-1000MP, em Utiliza a técnica de up-conversão, com 68,9 MHz primeiro IF sendo produzido pelos quatro-FET misturador duplamente balanceado em primeiro lugar. Após o primeiro mixer, um de quatro pólos filtro "cobertura" protege as seguintes fases seguintes.

Esta arquitetura de front-end resulta em características da imagem e intermodulação-rejeição excelentes para o Sistema receptor.



novo MOS FET Amplificador projetoUtilizando robusto MRF255 FETs no amplificador final, o FT- 920 produz 100 Watts de potência limpa de 1,8 MHz a 54 MHz ! Construído na on -cast chassis unibody em alumínio , capacidade de dissipação térmica do FT -920 é unnmatched em sua classe.DSP de alta velocidadeO sistema de áudio processamento de sinal digital (DSP ) do FT -920 é executado em uma ardência 333 MIPS ( Milhões de Instruções Por Segundo) , proporcionando filtragem altamente eficaz e redução de ruído com um montante mínimo de distorção ou "artefatos" que podem degradar a recepção. Redução de ruído , filtragem passa-banda , e auto filtros de entalhe são fornecidos , além de um equalizador de microfone para aumentar a potência e falar Melhorar a qualidade de áudio.Fantásticos Features modo digitalFácil interface com modos digitais é seu com o FT- 920, e sua flexibilidade para a cirurgia digital é além compare.Both AFSK e FSK conne Tinos pode ser realizado , ea linha AFSK é isolado do jhack microfone para que você nunca tem que se preocupar um "ao vivo mike" enquanto estiver em PSK31 . PTT , saída de áudio de nível fixo , e as linhas de status silenciador também estão disponíveis
E para ligação a um gravador, um conveniente "AF OUT" RCA- tipo de conector de áudio Simplifica a interligação, independentemente das ligações TNC usadas para a operação transceptor digital.CW flexibilidade operacionalPara especialistas CW , o FT- 920 inclui um controle de ponto CW, para o alinhamento preciso de sua freqüência a fez da estação você está trabalhando. Então você começa um ajuste metros CW , a seleção CW -Reverse lateral , um controle de passo CW, e uma mensagem de manipulador com memória eletrônica CW, e recordação com acesso de armazenamento no painel frontal .Visor multifuncional avançadaOmni- Brilho ™ display do FT -920 inclui uma lente grande-angular especialmente projetados para garantir a clareza de ver mais de uma gama muito ampla de ângulos. A medição digital de alta velocidade inclui um recurso de "peak hold" , para permitir a fácil monitoramento do sinal de pico , poder ou valores de SWR . Você fica tão monitoramento da tensão DC, nível de entrada do processador de fala compressão , DSP largura de banda relativa, compensar clarificador , e uma série de outras informações, incluindo metros de ajuste para ambos os modos CW e FM.



Tipo: Amateur HF / VHF
Faixa de Frequência: TX: 10-160 m + AMIR / 50-54 MHz
RX: 0,1-30 MHz
Modo: AM / SSB / CW (Opção FM)
RF Potencia de saida: SSB / CW: 100 W Max
AM: 25 W
Sensibilidade: N / D
Seletividade: N / D
Rejeição de Imagem: N / D
Tensão: 13,8 VDC
Consumo de Corrente: RX: Max 2.2 A
TX: Max 22 A
Impedancia: 16,7-150 ohms com a Built-in auto-AT
Dimensões (W * H * D): 410 * 135 * 316 milímetros
Peso: 11,5 kg



 
















A saida de rf  motorola mrf 255 fet,s
O que pode danificar os transistores deste equipamento

Transistor RF podem ser danificados por um ou uma combinação dos seguintes fatores a seguir:
Caso excessiva de temperatura, excesso de voltagem ou corrente, potência de acionamento excessivo, oscilações no circuito defeituoso diodo pin (e / ou controle de circuito), VSWR excessivo, etc

Basicamente alguns amplificadores são instáveis ​​e os cuidados devem ser tomados para    excessivo. Circuitos de polarização melhores na classe AB é uma corrente de coletor (em zero unidade RF) inferior a 0,5% da corrente de coletor máxima normal. Boa linearidade serão alcançados sem levar o transistor em classe A (que muitas vezes provoca oscilação).

Se o primeiro teste técnico em baixa potência (baixa movimentação ou configuração de baixa energia no amplificador). Você pode aumentar o poder de ampliar unidade se o circuito permanece estável e dentro dos níveis atuais normais. Quando o pico de potência é alcançada, não vai dirigir Aumento aumentar significativamente ampliar a produção.

Nesse ponto, o produto Blogs deve ser ajustado para um pouco menos de capacitância. Exemplo, em um amplificador de banda larga, o capacitor de sintonia em todo o enrolamento de saída deve ser fixado em um pouco menos capacidade do que a definição de potência de pico.


By.roger.



quinta-feira, 15 de agosto de 2013

ILLW (International Lighthouse Lightship Weekend) 2013

Realiza-se no próximo fim-de-semana (17 e 18 de Agosto) o International Lighthouse Lightship Weekend, que decorrerá entre as 00H01UTC de sábado e as 23H59UTC de domingo.
Este evento pretende promover os faróis e barcos faróis junto do público e a necessidade da sua preservação e restauro, bem como promover o radioamadorismo e a boa vontade internacional.

Estão anunciadas algumas operações desde faróis portugueses para o ILLW 2013, consulte as operações portuguesas anunciadas, bem como as operações anunciadas a nível mundial, através da seguinte hiperligação.

Para consultar o regulamento do International Lighthouse Lightship Weekend, bem como a restante informação disponibilizada, aceda à página web da organização através do endereço web http://www.illw.net.

Radioamadores Australianos podem perder Espectro de 2300-2302Mhz

A Comunicações Australianas e a Autoridade de Meios (ACMA) propuseram alterações na utilização do espectro na banda de 2300 a 2302MHz que limitarão radioamadores australianos. A ACMA pretende realocar o espectro de sistemas de dados sem fio LTE (Long-Term Evolution), popularmente usado para aplicações móveis de banda larga. A alteração proposta

permitiria serviços LTE 100MHz entre 2300 e 2400MHz.
De acordo com o Instituto de Wireless da Austrália, esta alocação secundária de Radioamador é a única opção viável para contatos Terra-Lua-Terra (Earth-Moon-Earth, EME) entre Austrália e Região II (onde a atividade EME é 2304MHz) ou a região I (que usa 2320MHz). A atividade EME australiana então seria confinada a 2400MHz (ou superior), onde o equipamento ISM e acesso Wi-Fi são suscetíveis de causar interferências.
Em resposta à notícia da proposta da ACMA, o CEO da ARRL, David Sumner K1ZZ, disse: “Radioamadores nos Estados Unidos não correm perigo imediato de perder 2300-2305MHz porque neste país o uso da banda 2300-2400MHz por vários serviços de rádio é bastante diferente da maior parte do mundo. Infelizmente, nossos colegas em muitos outros países estão enfrentando o mesmo desafio como na Austrália, como a pressão cresce para uso comercial dos serviços de banda larga móveis.”
Se o Ministro Australiano para Banda Larga, Comunicações e Economia Digital aprovar a proposta, radioamadores poderão perder o acesso ao espectro em 2015.
Fonte: VHFMais Radioamadorismo

Radioamadores Australianos podem perder Espectro de 2300-2302Mhz

A Comunicações Australianas e a Autoridade de Meios (ACMA) propuseram alterações na utilização do espectro na banda de 2300 a 2302MHz que limitarão radioamadores australianos. A ACMA pretende realocar o espectro de sistemas de dados sem fio LTE (Long-Term Evolution), popularmente usado para aplicações móveis de banda larga. A alteração proposta

permitiria serviços LTE 100MHz entre 2300 e 2400MHz.
De acordo com o Instituto de Wireless da Austrália, esta alocação secundária de Radioamador é a única opção viável para contatos Terra-Lua-Terra (Earth-Moon-Earth, EME) entre Austrália e Região II (onde a atividade EME é 2304MHz) ou a região I (que usa 2320MHz). A atividade EME australiana então seria confinada a 2400MHz (ou superior), onde o equipamento ISM e acesso Wi-Fi são suscetíveis de causar interferências.
Em resposta à notícia da proposta da ACMA, o CEO da ARRL, David Sumner K1ZZ, disse: “Radioamadores nos Estados Unidos não correm perigo imediato de perder 2300-2305MHz porque neste país o uso da banda 2300-2400MHz por vários serviços de rádio é bastante diferente da maior parte do mundo. Infelizmente, nossos colegas em muitos outros países estão enfrentando o mesmo desafio como na Austrália, como a pressão cresce para uso comercial dos serviços de banda larga móveis.”
Se o Ministro Australiano para Banda Larga, Comunicações e Economia Digital aprovar a proposta, radioamadores poderão perder o acesso ao espectro em 2015.
Fonte: VHFMais Radioamadorismo

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