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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

tabela de frequência do radio px modelo super star 3900.

Superstar 3900
 
Band A
Band C
Band C
Ch.
No.
÷N
Code
TX
Freq.
VCO
Freq.
TX
Freq.
VCO
Freq.
TX
Freq.
VCO
Freq.
1
91
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26.515
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2
92
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26.075
15.380
26.525
15.830
3
93
25.635
14.940
26.085
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4
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26.565
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7
98
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9
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15.920
10
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15.930
11
103
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26.675
15.980
15
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16
110
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17
111
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26.715
16.020
18
112
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26.725
16.030
19
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23
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26
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Band D
Band E
Band F
Ch.
No.
÷N
Code
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VCO
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TX
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VCO
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TX
Freq.
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17.610
ai esta willian a tabela que vc me pediu ok

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Aurora polar

A aurora polar terrestre é causada por elétrons de energia de 1 a 15 keV, além de prótons e partículas alfa, sendo que a luz é produzida quando eles colidem com átomos da atmosfera do planeta, predominantemente oxigênio e nitrogênio, tipicamente em altitudes entre 80 e 150 km. Cada colisão emite parte da energia da partícula para o átomo que é atingido, um processo de ionização, dissociação e excitação de partículas. Quando ocorre ionização, elétrons são despejados do átomo, os quais carregam energia e criam um efeito dominó de ionização em outros átomos. A excitação resulta em emissão, levando o átomo a estados instáveis, sendo que estes emitem luz em freqüências específicas enquanto se estabilizam. Enquanto a estabilização do oxigênio leva até um segundo para acontecer, nitrogênio estabiliza-se e emite luz instantaneamente. Tal processo, que é essencial para a formação da ionosfera terrestre, é comparável ao de uma tela de televisão, no qual elétrons atingem uma superfície de fósforo, alterando o nível de energia das moléculas e resultando na emissão de luz.
De modo geral, o efeito luminoso é dominado pela emissão de átomos de oxigênio em altas camadas atmosféricas (em torno de 200 km de altitude), o que produz a tonalidade verde. Quando a tempestade é forte, camadas mais baixas da atmosfera são atingidas pelo vento solar (em torno de 100 km de altitude), produzindo a tonalidade vermelho escura pela emissão de átomos de nitrogênio (predominante) e oxigênio. Átomos de oxigênio emitem tonalidades de cores bastante variadas, mas as predominantes são o vermelho e o verde.
O fenômeno também pode ser observado com uma iluminação ultravioleta, violeta ou azul, originada de átomos de nitrogênio, sendo que a primeira é um bom meio para observá-lo do espaço (mas não em terra firme, pois a atmosfera absorve os raios UV). O satélite da NASA Polar já observou o efeito em raios X, sendo que a imagem mostra precipitações de elétrons de alta energia.
A interação entre moléculas de oxigênio e nitrogênio, ambas gerando tonalidades na faixa do verde, cria o efeito da "linha verde auroral", como evidenciado pelas imagens da Estação Espacial Internacional. Da mesma forma a interação entre tais átomos pode produzir o efeito da "linha vermelha auroral", ainda que mais raro e presente em altitudes mais altas.

A Terra é constantemente atingida por ventos solares, um fluxo rarefeito de plasma quente (gás de elétrons livres e cátions) emitidos pelo Sol em todas as direções, um resultado de milhões de graus de temperatura da camada mais externa da estrela, a coroa solar. Durante tempestades magnéticas os fluxos podem ser bem mais fortes, assim como o campo magnético interplanetário entre os dois corpos celestes, causando distúrbios pela ionosfera em resposta às tempestades. Tais distúrbios afetam a qualidade da comunicação por rádio ou de sistemas de navegação, além de causar danos para astronautas em tal região, células solares de satélites artificiais, no movimento de bússolas e na ação de radares. A resposta da ionosfera é complexa e de difícil modelagem, dificultando a predição para tais eventos.
A magnetosfera terrestre é uma região do espaço dominada por seu campo magnético. Ela forma um obstáculo no caminho do vento solar, causando sua dispersão em sua volta. Sua largura é de aproximadamente 190 000 km, e durante as noites uma longa cauda magnética é estendida para distâncias ainda maiores.
As auroras geralmente são confinadas em regiões de formato oval, próximas aos pólos magnéticos. Quando a atividade do efeito está calma, a região possui um tamanho médio de 3.000 km, podendo aumentar para 4.000 ou 5.000 km quando os ventos solares são mais intensos.



A fonte de energia da aurora é obtida pelos ventos solares fluindo pela Terra. Tanto a magnetosfera quanto os ventos solares podem conduzir eletricidade. É conhecido que se dois condutores elétricos ligados por um circuito elétrico são imersos em um campo magnético e um deles move-se relativamente ao outro, uma corrente elétrica será gerada no circuito. Geradores elétricos ou dínamos fazem uso de tal processo, mas condutores também podem ser constituídos de plasmas ou ainda outros fluidos. Seguindo a mesma idéia, o vento solar e a magnetosfera são fluidos condutores de eletricidade com movimento relativo, e são capazes de gerar corrente elétrica, que originam tal efeito luminoso.
Como os pólos magnético e geográfico do nosso planeta não estão alinhados, da mesma forma as regiões aurorais não estão alinhadas com o pólo geográfico. Os melhores pontos (chamados pontos de auge) para a observação de auroras encontram-se no Canadá para auroras boreais e na ilha da Tasmânia ou sul da Nova Zelândia para auroras austrais.

Aurora artificial
As auroras também podem ser formadas através de explosões nucleares em altas camadas da atmosfera (em torno de 400 km). Tal fenômeno foi demonstrado pela aurora artificial criada pelo teste nuclear estadunidense Starfish Prime em 9 de julho de 1962. Nessa ocasião o céu da região do Oceano Pacífico foi iluminado pela aurora por mais de sete minutos. Tal efeito foi previsto pelo cientista Nicholas Christofilos, que havia trabalhado em outros projetos sobre explosões nucleares. De acordo com o veterano estadunidense Cecil R. Coale, alguns hotéis no Havaí ofereceram festas da bomba de arco-íris em seus telhados para acompanhar o Starfish Prime, contradizendo relatórios oficiais que indicavam que a aurora artificial era inesperada. O fenômeno também foi registrado em filme nas Ilhas Samoa, em torno de 3 200 km distante da ilha Johnston, local da explosão.
As simulações do efeito em laboratório começaram a ser feitas no final de século XIX pelo cientista norueguês Kristian Birkeland, que provou, utilizando uma câmara de vácuo e uma esfera, que os elétrons eram guiados em tal efeito para as regiões polares da esfera. Recentemente, pesquisadores conseguiram criar um efeito auroral modesto visível da terra ao emitir raios de rádio no céu noturno, tomando uma coloração verde. Da mesma forma que o fenômeno natural, as partículas atingiam a ionosfera, excitando os elétrons no plasma. Com a colisão dos elétrons com a atmosfera terrestre as luzes eram emitidas. Tal experimento também aumentou o conhecimento dos efeitos da ionosfera nas comunicações por rádio

O Que é Campo Magnético

Campo Magnético é o espaço ao redor do ímã onde sua força magnética ou a influência magnética pode ser detectada, o espaço ao redor do campo magnético é cheio de linhas de força magnética, essa propriedade é aproveitada quando são feitos dispositivos de indução magnética, como dínamos e outros tipos de geradores de tensão e corrente.

As linhas de força magnéticas no espaço ao redor do imã são definidas como uma curva fechada contínua em um campo magnético ao longo do qual o pólo norte irá se mover caso esteja livre, e sua direção é dada pela direção a qual o pólo norte isolado irá apontar.

As linhas de forças magnéticas são curvas fechadas e contínuas, e que não se cruzam em nenhum ponto, a característica principal é que elas se repelem mutuamente, além disso, elas sofrem contração lateral, ou seja, elas se curvam ao longo do comprimento do ímã, fora do ímã elas
viajam do norte para o sul, mas dentro do ímã, elas viajam do sul para o norte.

A indução Magnética é o fenômeno em que um material magnético desmagnetizado se comporta como um ímã pela simples presença de outro ímã chamado de ímã indutor, mesmo sem estar em contato físico com o ímã.

Vamos a um exemplo, se um pedaço de ferro for colocado no campo magnético de outro ímã, ele ficará magnetizado pelo processo de indução magnética.

Durante a indução magnética, a extremidade da substância desmagnetizada que está mais próxima aos pólos do ímã indutor adquire polaridade contrária, enquanto a outra extremidade adquire a mesma polaridade.

Os pólos que são formados na substância desmagnetizada após a indução magnética são chamados de pólos induzidos.

O grau de magnetismo induzido depende da
natureza do material magnético, o grau de magnetismo é diretamente proporcional à força do ímã indutor e inversamente proporcional à distância entre o ímã indutor e o material magnético, lembre-se, não deve ser confundida a indução magnética com a atração magnética.

Os domínios são os milhões de partículas magnéticas que as substâncias magnéticas possuem, e cada uma destas partículas age como um ímã minúsculo.

Um exemplo para não ficar nenhuma dúvida: a terra se comporta como um ímã gigante, a área ao redor da terra onde a influência magnética pode ser detectada é chamado de campo magnético da terra.

O formato do campo magnético da terra é parecido com uma barra magnética gigante enterrada no centro da terra ao longo dos pólos geográficos norte e sul.

O pólo sul deste ímã enterrado está na direção do pólo norte geográfico da terra e o pólo norte do ímã esta na direção do pólo sul geográfico da terra.

O ângulo formado entre o pólo norte magnético e o verdadeiro pólo norte geográfico da terra é chamado de ângulo de variação ou declinação, o campo magnético da terra é mais forte nos pólos norte e sul magnéticos e mais fraco próximo ao equador.

A terra induz seus próprios pólos magnéticos em ímãs mantidos em algum lugar durante um certo tempo, isto tem como resultado o enfraquecimento do poder magnético do ímã, e para
prevenir esta perda de magnetismo é que são usados protetores magnéticos.

Os protetores magnéticos são pedaços de ferro doce que são colocados nos pólos de um ímã em formato de barra ou ferradura, o objetivo é prevenir a perda de magnetismo e também para
preservar a formação de cadeias magnéticas fechadas.

Você pode comprovar a indução magnética de forma bem simples, consiga um pedaço de imã de tamanho médio, numa oficina de eletrônica existem alto-falantes que tem imãs que não serão mais usados, ou em ferro velho, você vai precisar também de um pedaço de ferro não muito grande, o resultado melhor é com pedaço de imã, enrole no ferro (ou imã) 200 voltas de fio esmaltado 28 AWG.

Enrole para as espiras ficar bem juntas e umas sobre as outras e depois enroladas fixe o fio, fita isolante serve, raspe as duas pontas dos fios e solde um LED vermelho, não tem posição de soldar nesse caso, coloque o ferro com o fio enrolado num lugar firme de forma que fique uma parte livre e que você possa movimentar o imã bem rápido no sentido vai e vem, quando você realizar o procedimento de passagem por perto bem rápido, vai haver indução magnética nos fios e por sua vez o LED irá acender sem que você use bateria ou fonte, você mesmo vai estar gerando a energia para acender o LED, lembre-se, você deve movimentar o imã o mais rápido que puder e o mais próximo possível sem encostar, é assim que funciona a indução magnética.

Se você ainda duvida da existência dos campos magnéticos nos ambientes, aqui vai mais uma forma de provar tal fato: você deve ter tv em casa, pode ser o monitor do PC também, mas não pode ser de LCD, pegue um alto-falante e fique a dois metros do tubo de imagem da TV ou do tubo de imagem do monitor, quanto maior o imã, maior é o efeito, movimente o imã que você tem nas mãos e observe o que acontece com a imagem do monitor, quando acabar a brincadeira, não deixe o imã por perto porque senão ele desconcentra os feixes magnéticos e a imagem fica com as cores deformadas, essa é uma prova que pode ser vista e comprovada por qualquer pessoa, e os campos magnéticos e a indução magnética tem a sua existência comprovada, não é mágica, é ciência.

Polaridades Tensão CC/CA

Grande parte dos estudantes de eletricidade começam a trabalhar com o que é conhecido como tensão contínua, que é a eletricidade se segue em uma só direção e sempre constante.

Uma tensão constante com polaridade, é chamada de tensão contínua, nos esquemas são utilizadas as letras DCV por convenção internacional para informar o tipo de tensão que aquela parte do circuito necessita para funcionar, a tensão contínua é um tipo de energia elétrica produzida por uma bateria com terminais positivo e negativo, ou pode ser tensão contínua gerada pela fricção de certos tipos de materiais uns contra os outros, também pode uma tensão que teve um "tratamento" para ser tornar tensão contínua.

Tal como é útil, é fácil e necessário entender como é a tensão contínua (DC), pois a tensão contínua não é o único tipo de eletricidade que é usada.

As fontes de energia elétrica como as populares fontes de energia eletro-mecânicas produzida por geradores, são naturalmente tensões de polaridades alternadas, invertendo positivo e negativo até que se estabeleça uma interrupção da passagem da tensão, como uma chave que desliga um circuito, por exemplo.

A tensão e a corrente tem uma relacão direta, onde não existe tensão, não existe corrente, mas ao contrário, poderá existir tensão mas não existir corrente, como por exemplo, uma bateria descarregada, se for medida a tensão, ela pode mostrar que tem 12 volts, mas ao solicitar corrente a tensão cai imediatamente porque falta corrente.

Já notou quando o carro não pega porque a bateria está fraca? Antes de virar a chave existia tensão, mas ao solicitar corrente, a bateria perde o poder de virar o motor, se for colocado um voltímetro no momento de fazer um motor qualquer pegar, vai ser notada uma queda de tensão na bateria, e assim que a chave é solta ou que o motor péga, a tensão volta ao nível normal.

A tensão alternada pode ser comparada com uma tensão de comutação com corrente sem polarização, ou como uma mudança de direção para frente e para trás com tempos determinados e constantes, e pelo fato de ficar mudando de ciclos, esta éGrande parte dos estudantes de eletricidade começam a trabalhar com o que é conhecido como tensão contínua, que é a eletricidade se segue em uma só direção e sempre constante.

Uma tensão constante com polaridade, é chamada de tensão contínua, nos esquemas são utilizadas as letras DCV por convenção internacional para informar o tipo de tensão que aquela parte do circuito necessita para funcionar, a tensão contínua é um tipo de energia elétrica produzida por uma bateria com terminais positivo e negativo, ou pode ser tensão contínua gerada pela fricção de certos tipos de materiais uns contra os outros, também pode uma tensão que teve um "tratamento" para ser tornar tensão contínua.

Tal como é útil, é fácil e necessário entender como é a tensão contínua (DC), pois a tensão contínua não é o único tipo de eletricidade que é usada.

As fontes de energia elétrica como as populares fontes de energia eletro-mecânicas produzida por geradores, são naturalmente tensões de polaridades alternadas, invertendo positivo e negativo até que se estabeleça uma interrupção da passagem da tensão, como uma chave que desliga um circuito, por exemplo.

A tensão e a corrente tem uma relacão direta, onde não existe tensão, não existe corrente, mas ao contrário, poderá existir tensão mas não existir corrente, como por exemplo, uma bateria descarregada, se for medida a tensão, ela pode mostrar que tem 12 volts, mas ao solicitar corrente a tensão cai imediatamente porque falta corrente.

Já notou quando o carro não pega porque a bateria está fraca? Antes de virar a chave existia tensão, mas ao solicitar corrente, a bateria perde o poder de virar o motor, se for colocado um voltímetro no momento de fazer um motor qualquer pegar, vai ser notada uma queda de tensão na bateria, e assim que a chave é solta ou que o motor péga, a tensão volta ao nível normal.

A tensão alternada pode ser comparada com uma tensão de comutação com corrente sem polarização, ou como uma mudança de direção para frente e para trás com tempos determinados e constantes, e pelo fato de ficar mudando de ciclos, esta é a eletricidade conhecida como tensão alternada, e para identificar determinados pontos de um circuito elétrico onde existe (ou deve existir) tensão alternada, por convenção internacional, são utilizadas as letras ACV, que é a abreviatura de Current Alternate Voltage, deve ser lembrado que onde a tensão for contínua, a corrente também será contínua, e onde a tensão for alternada a corrente também será alternada .

Observe a figura a abaixo, à esquerda, corrente contínua, que só segue em uma direção, à direita, corrente alternada, que segue em ambas as direções.  a eletricidade conhecida como tensão alternada, e para identificar determinados pontos de um circuito elétrico onde existe (ou deve existir) tensão alternada, por convenção internacional, são utilizadas as letras ACV, que é a abreviatura de Current Alternate Voltage, deve ser lembrado que onde a tensão for contínua, a corrente também será contínua, e onde a tensão for alternada a corrente também será alternada .

Observe a figura a abaixo, à esquerda, corrente contínua, que só segue em uma direção, à direita, corrente alternada, que segue em ambas as direções.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

quem foi Samuel Morse

Samuel Finley Breese Morse (Charlestown, 27 de abril de 1791 — Nova Iorque, 2 de abril de 1872) foi um inventor e pintor de retratos e cenas históricas estadunidense. Tornou-se mundialmente célebre pela suas invenções: o código morse e o telégrafo com fios, em 1843.
Era filho de um pastor protestante numa família com grandes traduções puritanas.
Aos 14 anos foi para a Universidade de Yale onde começou interessar-se pela pintura e electricidade.Esta última atraí-o muito, mas apenas como forma de estudo.
Ainda na época de colégio, Morse escreveu uma carta aos pais dizendo que queria se tornar um pintor. Os pais, preocupados com o futuro do filho, preferiram transformá-lo num vendedor de livros. Desse modo, Morse passou a vender livros de dia e a pintar à noite. Ante a persistência do artista, os pais decidiram mandar o filho para Londres para que estudasse artes na Royal Academy.
Ao retornar aos Estados Unidos, casou-se em 1818 e, logo em seguida, vieram os filhos: dois meninos e uma menina. Morse lutava com dificuldades, uma vez que à época não havia muitos interessados em retratos.
Em 1825, após o falecimento da sua esposa, Morse retornou à Europa, levando os seus filhos e uma cunhada.
Em 1826 fundou uma sociedade artística que, em breve, se transformou na Academia Nacional de Desenho. A partir de 1832 ensinou pintura e escultura na Universidade de Nova Iorque, atingindo a fama de excelente retratista. Clarisse foi uma das coperadores de Morse, ela ajudou-o nos seus experimentos para o telégrafo com fios Saiba mais em atopedia e em google
Em 1829 retorno a Europa e estabeleceu-se em Paris.


Aos 14 anos foi para a Universidade de Yale onde começou interessar-se pela pintura e electricidade.Esta última atraí-o muito, mas apenas como forma de estudo.
Ainda na época de colégio, Morse escreveu uma carta aos pais dizendo que queria se tornar um pintor. Os pais, preocupados com o futuro do filho, preferiram transformá-lo num vendedor de livros. Desse modo, Morse passou a vender livros de dia e a pintar à noite. Ante a persistência do artista, os pais decidiram mandar o filho para Londres para que estudasse artes na Royal Academy.
Ao retornar aos Estados Unidos, casou-se em 1818 e, logo em seguida, vieram os filhos: dois meninos e uma menina. Morse lutava com dificuldades, uma vez que à época não havia muitos interessados em retratos.
Em 1825, após o falecimento da sua esposa, Morse retornou à Europa, levando os seus filhos e uma cunhada.
Em 1826 fundou uma sociedade artística que, em breve, se transformou na Academia Nacional de Desenho. A partir de 1832 ensinou pintura e escultura na Universidade de Nova Iorque, atingindo a fama de excelente retratista. Clarisse foi uma das coperadores de Morse, ela ajudou-o nos seus experimentos para o telégrafo com fios Saiba mais em atopedia e em google
Em 1829 retorno a Europa e estabeleceu-se em Paris.